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Análise da pesquisa eleitoral Quaest/Genial de Outubro

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A principal constatação da nova pesquisa Quaest Consultoria para as Eleições Gerais, feitas por encomenda da Genial Investimentos mostra que a avaliação negativa do governo Bolsonaro aumentou entre os gaúchos, evangélicos, idosos e também entre os mais ricos. Apenas 48% dos 57 milhões de eleitores que votaram em Jair no segundo turno em 2018 repetiriam o voto no atual presidente, que segundo as projeções de intenção de voto seria derrotado, senão no primeiro, com certeza no segundo turno, em qualquer dos cenários projetados.

Lula é o preferido da maioria dos eleitores e teria votos suficientes para vencer a disputa pela presidência no primeiro turno, com mais de 50% dos votos válidos. O ex-presidente petista poderá ter chegado no teto de intenções de voto e dependerá agora de coligações partidárias para ampliar o eleitorado. Bolsonaro tem pela frente a difícil missão de reverter à rejeição ao seu governo, que atingiu o patamar mais alto desde o início da gestão, mesmo entre os grupos que apoiavam a gestão. Poderá desistir da disputa e inviabilizar a vitória quase certa do adversário petista, que poderia ser vencido pela união da centro-direita.

Veja análise completa da pesquisa no vídeo aqui no canal. #eleições #bolsonaro #lula #campanha #eleitoral #eleições #estudos #estatística #política #análise #últimas #notícias #conjuntura #política #economia #desemprego #auxílio #emergencial #renda #mínima #inflação #custo #vida #crise #popularidade #aprovação #2022

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Novo Auxílio Brasil é caro e inútil

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O governo federal não debate com a sociedade os problemas nacionais que envolvem o trabalho e a redução da pobreza e das desigualdades. Pressionado pela opinião pública e as pesquisas eleitorais, o presidente mandou anunciar o fim do auxílio emergencial e do Bolsa Família, criando um novo programa que ampliará o número de beneficiários, com reajuste linear de 20% nos valores pagos no programa já existente.

O ministro encarregado no governo de promover a cidadania apresentou uma solução que teve como efeito imediato a queda da Bolsa de Valores e a desvalorização da moeda nacional.

A crise sanitária atingiu os brasileiros mais pobres, aumentando a miséria e a fome, mas entre os mais ricos a situação resultou em ampliação de suas riquezas, com aumento de 2,7 pontos percentuais na relação econômica que mantem 49,6% da renda nacional nas mãos de apenas 1% dos seus cidadãos.

O governo não foi capaz de implementar uma estratégia eficiente para enfrentar as consequências econômicas da doença coletiva que se espalhou por todo o mundo, mesmo sabendo e anunciando que o problema existia. O auxílio emergencial criado pelo Congresso, descontinuado pelo governo, retomado e agora extinto, foi implantado verticalmente e sem nenhuma colaboração da rede de assistência social existente no país.

O Brasil descumpriu sete das 12 recomendações recebidas pela Revisão Periódica Universal (RPU) da ONU sobre trabalho e redução da pobreza e da desigualdade e promoveu o retrocesso em quatro delas.

As medidas anunciadas como soluções eleitorais não serão eficientes para ampliar a renda e reduzir as desigualdades, além de provocarem efeitos econômicos indesejáveis. O mais importante deles é o calote nas contas públicas, com a criação de um crédito extraordinário para pagar débitos que deveriam estar previstos no orçamento.

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CPI DE ARROZ DE PATO

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Esse foi o prato principal servido entre os senadores que decidiram como ficaria o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito já publicado e que será votado na próxima semana.

Como o presidente da república tem imunidade presidencial e conta com a proteção da Procuradoria Geral da República e da Câmara Federal, não deverá sofrer punições pelos supostos crimes que teria praticado, que juntos poderiam lhe render mais de cem anos de cadeia.

O perigo agora é para os aliados que estão indiciados em crimes graves, como por exemplo, o ex-ministro da Saúde, general da ativa do Exército Brasileiro, Eduardo Pazzuello. Além dele, também estão no relatório os filhos do presidente, ex-ministros, empresários, assessores, funcionários públicos, blogueiros, médicos, deputados, etc.

Os indiciados mais fracos e mais pobres serão os primeiros a serem punidos. Por terem sido indiciados, alguns já estão sofrendo as consequências da citação pública dos seus nomes. Àqueles que não puderem pagar advogados que atuam em cortes superiores, irão para a cadeia rapidamente.

Já os indiciados mais ricos e mais poderosos poderão recorrer das acusações em liberdade e a maioria não ficará nenhum dia preso. O presidente se for habilidoso, poderá dividir o poder com seus aliados e manter-se no cargo, podendo reeleger-se no próximo ano e afastar para ainda mais longe qualquer punição.

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Pesquisas políticas falsas

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Evidentemente existem pesquisas de eleitorais feitas por amostragem para medir a intenção de voto do eleitor, que são falsificadas para beneficiar um candidato em detrimento de outro.

Veja como descobrir quais são as falsas e em que estudos se pode conferir algum grau de credibilidade, não como uma previsão do resultado da eleição, mas apenas um mapa numérico e gráfico de como poderá se comportar a intenção de voto do eleitor até o dia da eleição.

Respondendo a uma série de críticas e comentários nos vídeos anteriores sobre pesquisas de opinião e buscando esclarecer algumas dúvidas.

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